Exposição aguda  

                     A acroleína é tóxica por todas as vias de exposição porém, o mecanismo pelo qual produz sintomas tóxicos não é conhecido, embora se saiba que o composto é altamente reactivo, causando reacções cruzadas a nível do DNA e inibindo a actividade de algumas enzimas (incluindo o citocromo P450 e a glutationa-S-transferase) in vitro por reacção com os grupos sulfidrilo dos locais activos. Foi também demostrado a supressão de defesas antibacterianas a nível pulmonar, a liberação de radicais de oxigénio e reacção com proteínas.[17] O ataque irritativo é imediato[5], mas pode surgir edema pulmonar retardado e insuficiência respiratória que pode persistir por mais de 18 meses após exposição.[6]

            Respiratório

       A acroleína produz irritação do tracto respiratório, aumenta a resistência das vias aéreas e o volume tidal e diminui a frequência respiratória.[16]  É também ciliostático. Exposições ao vapor de acroleína em concentrações tão baixas como 10 ppm podem levar a edema pulmonar e morte.[15] A inalação pode também causar uma reacção asmática em indivíduos sensíveis.[5][6][11] (Ver página Acroleína vs Asma)

           Dérmico

       A acroleína é um irritante da pele. O contacto com o líquido pode causar queimaduras na pele, eritema e edema.[6][11]                  

                   

 

                    Ocular/Oftálmico

        A acroleína líquida ou em vapor pode causar irritação do olho e danos na córnea.[5][6][11][13][14]

           

 

            Gastrointestinal

      A acroleína causa queimaduras nos lábios, boca, garganta, esófago e estômago. Náuseas, vómitos e diarreia têm sido descritos.[5] Não foram encontrados dados que indiquem se a ingestão leva a toxicidade sistémica em humanos.[13] 

      

            Cardiovascular

   A inalação de acroleína pode causar hipertensão e taquicardia.[5][6][11][13] 

                  

 

               SNC

  Envenenamento grave pode causar depressão do SNC.[5][6][11][13] 

          

 

                   Imunológico

       A acroleína pode apresentar potencial para ser imunotóxico.[5][6][11][13] 

           

 

          Sequelas potenciais

       Insuficiência respiratória pode persistir por mais de 18 meses após exposição.[5][6][11]

 

 

 

 

 

 

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