Acroleína vs citotoxicidade
Há uma evidência crescente que os aldeídos gerados endogenamente durante a peroxidação lipídica contribuem para os efeitos patofisiológicos associados com o stress oxidativo nas células e tecidos. Recentemente, a acroleína (CH2=CH-CHO), poluente ubíquo no ambiente, foi identificado como um produto de reacções de peroxidação lipídica. A base para esta descoberta é uma contribuição experimental que fornece uma medida da acroleína ligada aos resíduos de lisina de proteínas. A identificação da acroleína como um produto derivado lipídico endógeno sugere exame do possível papel deste aldeído como mediador de danos oxidativos numa variedade de doenças humanas.[9][29][30]
Por outro
lado importa realçar a abordagem da acroleína como agente citotóxico. In
vitro a citotoxicidade
foi observada para concentrações tão baixas como 0.1 mg/litro. A
acroleína pode ocorrer como metabolito
de vários compostos sendo de salientar a ciclofosfamida
(usada na terapêutica como citostático), aliás, a acroleína
é um factor importante na toxicidade e talvez até na actividade terapêutica
deste importante agente anticancerígeno![9][29][30]
(Para
mais informação ver artigos: "Grafstrom
RC et al; Cancer Res 48(7): 1717-21 (1988)
e Wilmer
JL et al; Cancer Res 46(1): 203-10 (1986)"[31]
)
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