Exposição crónica

                    Exceptuando raros casos de sensibilização, não têm sido reportados efeitos adversos em humanos cronicamente expostos a baixas concentrações de acroleína.

                Carcinogenicidade

                   O Departamento de Saúde e Serviços Humanos determinou que a acroleína poderá ser um possível carcinogénio humano. A Agência Internacional de Pesquisa em Cancro determinou que a acroleína não é, contudo, classificável quanto à sua carcinogenecidade em humanos.[5][6][11][13][17]

                Efeitos reprodutivos e no desenvolvimento

         Não foram localizados estudos que reportassem efeitos reprodutivos ou no desenvolvimento em humanos pela acroleína. A acroleína causou efeitos de desenvolvimento quando injectada em ratos, mas não causou efeitos de desenvolvimento quando ingerida por coelhos. Não foi encontrada informação sobre se a acroleína atravessa a barreira placentária, mas foi detectada e medida no leite materno.[5][6][11]

 

 

Curiosidade:

A acroleína não está incluída no Reproductive and Developmental Toxicants, um relatório publicado em 1991 pela U. S. General Accounting Office (GAO) que lista 30 químicos de risco devido ao conhecimento efectivo de consequências a nível de reprodução e desenvolvimento. (Ver artigo "CHRONIC TOXICITY SUMMARY")

 

 

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