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CONTRACEPTIVOS ORAIS |

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Os Contraceptivos orais, também conhecidos como pílulas anticoncepcionais, são constituídos, normalmente, por duas formas sintéticas das hormonas estrogénios e progestagénios produzidas, naturalmente, pelo organismo da mulher. A pílula constitui o método contraceptivo reversível mais popular e eficaz na prevenção da gravidez. Foi aprovada, inicialmente, nos Estados Unidos em 1960, sendo usada, actualmente, por mais de 100 milhões de mulheres em todo o mundo. A sua utilização varia amplamente de acordo com o país, a idade, a educação e o estado matrimonial: um quarto das mulheres entre 16 e 49 anos na Grã-Bertanha, actualmente, usam a pílula (pílula combinada ou mini-pílula), em comparação a somente 1% das mulheres no Japão.8 Embora os contraceptivos orais tenham como principal objectivo exercerem uma acção anticoncepcional, a experiência demonstrou que podem, também, ser benéficos noutras situações. À semelhança de todos os medicamentos, também os contraceptivos orais, de acordo com a sua dose e seus constituintes, apresentam efeitos adversos que devem ser salientados. Dentro desses efeitos adversos encontram-se os graves mas raros e ainda os menores.15 Os primeiros normalmente vão desaparecendo gradualmente à medida que o organismo se vai adaptando ao medicamento, não necessitando de cuidados médicos, a menos que eles persistam ou interfiram desagradavelmente com o quotidiano da mulher. Quanto aos graves, torna-se necessário ponderar a relação risco/benefício decorrente do uso dos contraceptivos orais. A eficácia dos contraceptivos orais pode ser alterada pela administração simultânea de outras substâncias medicamentosas. Para além disso, existem também substâncias medicamentosas cuja acção pode ser potenciada ou diminuída devido à interacção com os contraceptivos orais. A maioria das mulheres saudáveis pode tomar a pílula. No entanto, o seu uso é desaconselhado em algumas situações. |
