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Dependência

 

  • Os casos de dependência ocorrem principalmente em pacientes predispostos, com história de alcoolismo ou toxicodependência, e em situações em que o fármaco é utilizado em doses altas e por períodos prolongados.

  • A dependência é psicossomática envolvendo uma componente física e uma componente psíquica.

  • A descontinuação deve ser devidamente avaliada, estando indicada uma redução muito gradual da dosagem.
    Quando se desenvolve dependência uma interrupção abrupta da medicação pode desencadear um síndrome de privação, que conforme a sua gravidade apresenta sintomas:

    • mais leves – cefaleias, mialgias, ansiedade agravada, tensão, confusão e irritabilidade

    • mais graves – sensação de irrealidade, despersonalização, hiperacústica, torpor e parestesias das extremidades, hipersensibilidade à luz, ao ruído e ao contacto físico, alucinações ou convulsões.

  • Há registo de um uso abusivo de benzodiazepinas em Portugal, sendo este um dos países europeus com maior utilização deste grupo de fármacos, sendo que este facto foi mesmo considerado preocupante pelo International Narcotic Boarding.

  • Devem ser consideradas outras alternativas terapêuticas cuja indução ou propensão à dependência seja menor ou esteja ausente. Como exemplo temos substâncias disponibilizadas pela fitoterapia como a valeriana (preparado à base de raízes de valleriana officinalis trituradas, dissecadas e depois encapsuladas) que apresentam bons resultados como tranquilizante sem contudo originar dependência. [3] [6] [9] [13]

 

 

 
Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto - Toxicologia Mecanística
 
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